Você está na página: Home / Notícias / Ferrugem Asiática preocupa produtores de soja Publicada em 11/01/2018 às 08:36

Notícias

11/01/2018

Ferrugem Asiática preocupa produtores de soja Publicada em 11/01/2018 às 08:36

As chuvas de 2018 chegaram trazendo uma grande preocupação aos produtores de soja: a ferrugem asiática.

A praga vinda do Paraguai, considerada a doença mais severa para o grão, causou perdas de 8,5 milhões de toneladas na lavoura nacional e prejuízo de 3,7 bilhões de dólares em sua chegada ao Brasil.

Identificada no país em maio de 2001, a ferrugem-asiática da soja é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a infecção provoca desfolha precoce, compromete a formação, o desenvolvimento de vagens e o peso final do grão, podendo causar danos de até 100% na produtividade.

No portal do Consorcio Antiferrugem é possível encontrar informações sobre a doença, desde fungicidas para controle, laboratórios credenciados até a legislação que normatiza os períodos de vazio sanitário e janela de semeadura. O Consórcio Antiferrugem (CAF) é resultado da parceria de instituições públicas e privadas, que foi criado em 2004 para padronizar e disponibilizar informações sobre a ferrugem-asiática.

Na página ainda é possível visualizar o mapa de dispersão da doença com os registros detalhados de cada foco relatado nas principais regiões produtoras de soja do país.

Em Paracatu-MG, foi identificado o primeiro foco no dia 05 deste mês, em uma Soja Comercial, variedade M6210. A ocorrência já foi enviada para o CAF.

No Oeste baiano a presença do fungo foi confirmada oficialmente nesta segunda-feira, 08, pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

“O trabalho agora vai ser de uma guerra contra o fungo”, afirmou o coordenador do Programa Fitossanitário de Combate à Ferrugem Asiática da Soja na Bahia, Armando Sá, segundo o qual o custo de quatro aplicações de defensivos contra a ferrugem asiática equivale a sete sacos de soja.

No Mato Grosso do Sul, entre 2 e 8 de janeiro já foram confirmadas sete ocorrências da doença. O número coloca o estado como o terceiro em incidência de registros no Brasil no ciclo 2017/18, ficando atrás apenas do Paraná, com 53 e do Rio Grande do Sul até então, com 15 focos.

Marcelo Abreu, sócio-gestor da iCrop – Gestão de Irrigação na região de Paracatu, alerta que a ferrugem, sob condições climáticas favoráveis, é uma praga que não permite descuido. A presença do fungo que permanece durante as entressafras em plantas hospedeiras, exige capacitação e treinamento para a identificação precoce da doença. A diversidade de variações climáticas entre as regiões impossibilita uma recomendação genérica de controle que satisfaça todas as áreas. É necessário um manejo integrado com monitoramento constante e preciso.

Veja também:

16/04/2018
Milho: Com foco no clima e na safra americana, mercado encerra semana com leves quedas na CBOT

16/04/2018
Revisões para baixo na safra de soja e milho na Argentina

16/04/2018
Milho: Com produtores retraídos, negócios são pontuais no sopt Publicado em 16/04/2018 09:58

25/01/2018
Posicionamento da Monsanto sobre ataque de lagarta em lavoura de soja com tecnologia Intacta RR2 PRO® em GO

25/01/2018
Queda das vagens está relacionada a stress climático e solo sem oxigenação

Veja mais

Voltar | Topo | Home

Agrológica
Unidade 1 - Primavera do Leste - MT - Avenida São Paulo, 1130 – Distrito Industrial - 66 3500 6300
Unidade 2 - Rondonópolis - MT - Av. Bonifácio Sachetti, 1896 - Distrito Industrial Augusto B. Razia - 66 3423 2249
Unidade 3 - Lucas do Rio Verde - MT - Avenida da Produção, Parque das Emas II, 2620 W - 65 3549 5464
Unidade 4 - Nova Mutum - MT - Av. Perimetral das Samambaias, 1920-W - Parque das Águias - 65 3308 4600
Unidade 5 - Confresa - MT - BR 158, Lote 5, Qd 01 - Residencial Babinski ll - 66 3508 1028
Unidade 6 - Sorriso - MT - Av. Dr. Ari Luiz Brandão, 1514 - Bairro Industrial Nova Prata - 66 3545 1494